Metodologías activas en perspectiva: ensayo teórico crítico-reflexivo

Autores/as

Biografía del autor/a

  • Everton Bedin, Universidade Federal do Paraná

    Doutor em Educação em Ciências: química da vida e saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor no Departamento de Química e no Programa de  Pós-graduação em Educação em Ciências e em Matemática (PPGECM) da Universidade Federal do Paraná.
    ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5636-0908
    Correo electrónico: everton.bedin@ufpr.br,  bedin.everton@gmail.com  

DOI:

https://doi.org/10.18800/educacion.202602.E002

Palabras clave:

Metodologías activas, Formación docente, Innovación educativa, Política educativa

Resumen

Este ensayo propone un análisis crítico-reflexivo sobre las metodologías activas (MA) a la luz de fundamentos educativos, sociológicos y políticos. A partir de una revisión teórica, sustentada en autores nacionales e internacionales, se discuten los límites y las potencialidades de las MA, problematizando su creciente difusión en contextos escolares marcados por desigualdades estructurales. Se argumenta que, aunque las MA suelen asociarse con la innovación y el protagonismo estudiantil, su apropiación acrítica puede reforzar lógicas tecnocráticas, mercantilistas y colonialistas, especialmente cuando son impulsadas por corporaciones. La reflexión destaca los desafíos de una implementación efectiva de las MA, subrayando la necesidad de políticas públicas que garanticen infraestructura, formación crítica y respeto a la diversidad cultural. Se concluye que las MA solo cumplen su potencial emancipador si se articulan con una pedagogía situada, dialógica y comprometida con la justicia cognitiva y social.

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Publicado

2026-10-21

Número

Sección

Ensayos

Cómo citar

Bedin, E. (2026). Metodologías activas en perspectiva: ensayo teórico crítico-reflexivo. Educación, 35(69), 293-316. https://doi.org/10.18800/educacion.202602.E002