Evidências de validade da Escala de Estresse em Estudantes para universitários brasileiros

Autores

Biografia do Autor

  • Paulo Roberto Taborda de Souza Filho, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

    Psicólogo. Mestre em Psicologia e Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Endereço postal: Rua Sarmento Leite, 245, Prédio 1, Sala 208 – Porto Alegre, RS, 90050-170.

  • Sheila Gonçalves Câmara, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

    Professora adjunta do Departamento do Curso de Psicologia e Programa de Pós-Graduação em Psicologia e Saúde da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Endereço postal: Rua Sarmento Leite, 245, Prédio 1, Sala 208 – Porto Alegre, RS, 90050-170.

DOI:

https://doi.org/10.18800/psico.202001.003

Palavras-chave:

Estresse acadêmico, Estudante universitário, Ensino superior, Validação de instrumento, Análise fatorial

Resumo

O estudo apresenta o processo de adaptação e as evidências de validade da Escala de Estresse em Estudantes para a realidade brasileira. Participaram do estudo 585 universitários de instituições brasileiras. Realizaram-se análises fatoriais, tendo sido obtido um modelo de quatro fatores, com alfas satisfatórios (sintomas fisiológicos: ?=.82, relação professor-aluno: ?=.80, incapacidade e inferioridade: ?=.77 e lazer: ?=.75), e adequados índices de ajuste: x²=282.313 (p=.00); x²/gl=1.73; TLI=.97; RMSEA=.05 (I.C.=.04–.06); CFI =.97. A escala apresentou correlação positiva significativa (r=.60, p?.01), assim como bons índices de sensibilidade (99.2%) e especificidade (89.6%) em relação à Escala de Estresse Percebido, utilizada
como padrão-ouro. O instrumento contribui para a ampliação de estudos sobre estresse em estudantes universitários

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Publicado

2020-02-25

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Taborda de Souza Filho, P. R., & Gonçalves Câmara, S. (2020). Evidências de validade da Escala de Estresse em Estudantes para universitários brasileiros. Revista de Psicología, 38(1), 65-86. https://doi.org/10.18800/psico.202001.003