Impacto do Funcionamento Familiar na Diferenciação do Self de Universitários Brasileiros

Autores

Biografia do Autor

  • Milena Carolina Fiorini, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestre em Psicologia. Doutoranda em Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
    Dirección Postal: Rua Ogê Fortkamp, 111, apto 508 D, Trindade –Florianópolis/SC–Brasil, CEP: 88 036-610.
    Contato: milenacf.psicologa@gmail.com.

  • Marúcia Patta Bardagi, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestre e doutora em Psicologia. Professora Adjunta do curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
    Dirección postal: Rua Estrada de Benfica, 220,r/c esquerdo, Lisboa (Portugal) 1500-094.
    Contato: marucia.bardagi@gmail.com. 

  • Luciane Guisso, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestre em Psicologia. Doutoranda em Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. 
    Dirección postal: Rua Estrada de Benfica, 220,r/c esquerdo, Lisboa (Portugal) 1500-094.
    Contato: lucianeguisso@gmail.com.

  • Maria Aparecida Crepaldi, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestre em psicologia y Doutora em Saúde Mental. Professora Titular da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
    Dirección postal: Rua Volny Martins, 115 -Casa 4, Florianópolis/SC, CEP 88037-245.
    Contato: maria.crepaldi@gmail.com.

DOI:

https://doi.org/10.18800/psico.202102.014

Palavras-chave:

Diferenciação do self, Constituição do self, Relações familiares, Ambiente familiar, Ambiente universitário

Resumo

A relação entre funcionamento familiar e diferenciação do self é consolidada por autores sistêmicos clássicos, porém pouco explorada por pesquisas empíricas, especialmente no Brasil. Este estudo quantitativo teve como objetivo analisar as relações entre funcionamento familiar e diferenciação do self de universitários brasileiros. Participaram da pesquisa 800 graduandos, de ambos os sexos, com idade média de 22.7 anos. Constatou-se que graduandos com níveis mais elevados de diferenciação do self perceberam de forma mais positiva a comunicação e a satisfação familiares. As famílias emaranhadas demonstraram ser as menos favoráveis ao processo de diferenciação. Verificou-se que indivíduos do sexo masculino e graduandos mais velhos apresentaram níveis maiores de diferenciação. Por fim, universitários com índices mais elevados de diferenciação e pertencentes às famílias consideradas saudáveis mostraram-se mais satisfeitos com o curso. Esses achados podem contribuir para a atuação de psicólogos com jovens adultos universitários, seja no contexto clínico ou de aconselhamento de carreira.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Downloads

Publicado

2021-07-21

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Fiorini, M. C., Patta Bardagi, M., Guisso, L., & Aparecida Crepaldi, M. (2021). Impacto do Funcionamento Familiar na Diferenciação do Self de Universitários Brasileiros. Revista de Psicología, 39(2), 909-931. https://doi.org/10.18800/psico.202102.014