Una política «a medio camino». Reflexiones sobre la política para pueblos indígenas de contacto reciente en Brasil

Autores

  • Clarisse Jabur Departamento de Antropología, Universidad de Brasilia, Brasil https://orcid.org/0000-0001-5220-3350

    Licenciada en Ciencias Sociales con Título en Antropología de la Universidad de Brasilia. Magíster en Antropología Social de la Universidad de Brasilia. Trabajó en la Tierra Indígena Yanomami de 2002 a 2010 como asesora de campo. Es Indigenista Especializada en la Coordinación General de Pueblos Indígenas Aislados y de Contacto Reciente por la Fundación Nacional del Indígena. Actualmente está cursando un Doctorado en Antropología Social en la Universidad de Brasilia.

DOI:

https://doi.org/10.18800/anthropologica.202102.016

Palavras-chave:

Política indigenista, povos indígenas de recente contato, povos indígenas isolados, Brasil, direitos indígenas

Resumo

A política para Povos Indígenas de Recente Contato (PIRC) no Brasil está em construção. Apesar das diretrizes para os períodos pós-contato estarem presentes em outros momentos na política governamental, não livraram os povos indígenas de destinos cruéis como massacres, epidemias e extermínios completos. Apenas após a mudança da política em 1987, foram incluídas medidas sanitárias nas ações pós-contato e outras ações com viés educativo. Nos últimos anos ocorreram alguns avanços em normativas internas relacionadas a diversas políticas públicas, com destaque para a publicação da Portaria Conjunta MS/FUNAI nº 4.094 acerca da atenção à saúde para os povos indígenas de recente contato. Da mesma maneira, foram formulados os primeiros Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) por povos indígenas de recente contato no Brasil. Essa política encontra-se no “meio do caminho” e possui alguns desafios para se consolidar.

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Publicado

2021-12-30

Como Citar

Jabur, C. (2021). Una política «a medio camino». Reflexiones sobre la política para pueblos indígenas de contacto reciente en Brasil. Anthropologica, 39(47), 413–445. https://doi.org/10.18800/anthropologica.202102.016