Nawagaka: corte moedas para deixar rastros
Práticas barrocas cênicas contemporâneas
DOI:
https://doi.org/10.18800/kaylla.202501.015Palavras-chave:
Capitalismo, Anarquismo, Mitologia, Criatividade, TeatroResumo
Este artigo tem como objetivo problematizar o exercício de Nawagaka, ação performática apresentada em ele Encuentro Internacional de Performance No lo Haga Usted Mismo (NHUM) no dia 1º de dezembro de 2022, durante o dia de ativações na praça central do município de Aguascalientes, México. A partir da sua conceptualização e preparação, esta participação foi concretizada em vários momentos orgânicos que se apresentam — em formato de relatório — para a problematização gradual e crítica do seu contexto de emergência e execução, a partir de um esquema explicativo da intersecção modernidade-capitalismo-colonialidade como sistema tautológico de existência integrada e determinante das nossas identidades e territórios de existência. Nesta contextualização, as faculdades de produção de “imagens plásticas” são identificadas como correlatas da existência, abrindo uma ponte análoga entre a realidade social e o teatro como experiência — também social — que nos permite conceptualizar a ideia de “teatro da existência”, que será o palco em que se desenrolará o processo de metamorfose de uma sequência de figuras —anarquista e barroca— que dará origem ao Nawagaka como personagem liminar nesta proposta de performance social. analisar cuidadosamente cada um dos momentos, ações e interações —em conjunto com suas implicações teóricas e metodológicas— durante a participação no NHUM.
A discussão entre anarcoindividualismos, pósestruturalismos, estudos barrocos, críticas aos colonialismos modernos e comunismos clássicos e contemporâneos, aplicada à análise do estudo de caso Nawagaka, propõe a ideia prática de um materialismo imaginativo na celebração de um possível anarquismo cênico que preserva e exerce ativamente as forças emancipatórias da produção psicossocial e socioterritorial situada.
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