Johan Huizinga y el concepto de lo lúdico: la contribución de la filosofía a la literatura infantil matemática

  • Claudionor Renato Da Silva Universidade Federal do Tocantins (UFT)

    Pedagogo e doutor em Educação Escolar. Docente dos cursos de Pedagogia e Matemática EaD. Pesquisador e docente do ProfMAT (Programa em Rede do Mestrado Profissional em Matemática).

Palabras clave: Huizinga, Llúdico, Filosofía, Literatura infantil, matemáticas, Pedagogía

Resumen

Homo Ludens, trabajo escrito por Johan Huizinga, es una alternativa para la conceptualización y el uso del término lúdico en educación matemática, con una contribución significativa a la práctica pedagógica, involucrando la literatura infantil matemática, o literatura infantil, con contenido matemático, sustituyendo el recurrente uso de los términos «juego» y «lúdico», oriundos del campo de la psicología de la educación. A partir del método bibliográfico, el estudio permitió tres conclusiones generales: la primera es la presencia de la filosofía en la educación matemática con el recurso de la literatura infantil; la segunda, derivada de la primera, es la posibilidad para la filosofia, de adentrarse en los contenidos de las matemáticas, incentivando el raciocinio lógico, desde la educación infantil; y, por último, que son muchos los benefícios en la formación de profesores, en cursos de pedagogía, sobre todo, en la promoción de los aprendizajes y saberes en educación matemática, bajo la dinámica lúdica, que se inserta en una perspectiva de base filosófica presentada en la obra Homo Ludens de Huizinga.

Referencias bibliográficas

Alves, E. M. S. (2001) A ludicidade e o ensino de matemática: uma prática possível. Campinas: Papirus.

Bicudo, M.A.V. & Guarnica, A.V.M. (2001). Filosofia da Educação Matemática. (Coleção Tendências em Educação Matemática). Belo Horizonte: Autêntica.

Bittencourt, R. N. (2010). A questão da agonística grega e suas influências na formação da cultura ocidental. Revista Urutágua, Maringá, PR, 22, set. /out. /nov. /Dez, 14-30.

Cotemar. (S/d). História da matemática através de problemas. Belo Horizonte: Dowbis.

Enciclopédia Barsa Universal. (2010). Volume 7. São Paulo: 3.ª ed. Planeta.

Fiorentini, D. & Lorenzato, S. (2007). Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas, SP: Autores Associados.

Filipe, R. I. B. S. (2012). A promoção do ensino de ciências através da literatura infantil. Lisboa. 203f. (Dissertação de Mestrado). Instituto de Educação. Universidade de Lisboa, Lisboa.

Fontaine, J. (2005). Fábulas de Esopo. São Paulo: Scipione.

Heck, L. A. (2006). A borboleta azul. Lajeado, RS: UNIVATES.

Huizinga, J. (2012). Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 7.ª ed. São Paulo: Perspectiva.

Juliani, M. (2007). Matemática e literatura. Resolução de situações-problema a partir de contos para crianças. Revista do Professor, Porto Alegre, 23(90), abr./jun., 5-8.

Machado, N.J. (2001). Matemática e Língua materna: a análise de uma impregnação mútua. 5.ª ed. São Paulo: Cortez.

Machado, J. L. (2003). A bruxa e o caldeirão. Edições Vercial. Retrieved from http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/ebooks/A_Bruxa_e_o_Caldeirao1.pdf

Marcellino, N. C. (1989). Pedagogia da Animação.8ª ed. Campinas: Papirus.

Menezes, L. (2011). Matemática, literatura e aulas. Educação Matemátoca, 67-71, nov.; dez.

Nascimento, D. A. N. (2008). Eu que vi, eu que vi. (O resgate dos animais). Belém, PA. Recuperado de http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000402.pdf

Oliveira, R. M. M. & Passos, C. L. B. (2008). Promovendo o desenvolvimento profissional na formação de professores: a produção de histórias infantis com conteúdo matemático. Ciência e Educação, Bauru, 14(2), 315-330. https://doi.org/10.1590/S1516-73132008000200010

Platão. (2003). O sofista. Recuperado de http://institutoelo.org.br/site/files/publi-cations/c3ce95f2ea7819533050e2effd5b652d.pdf

Sampieri, R. H., Collado, C. F., & Lucio, M. P. B. (2013). Metodologia de Pesquisa. 5ª ed. Porto Alegre: Penso.

Sidney, A. Conto ou não conto? (s/d). Porto Velho, RO. Recuperado de http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000337.pdf >

Silva, A. C. (2012). Literatura Infantil e a formação de conceitos matemáticos em crianças pequenas. Ciências & Cognição, Bauru, 17(1), 37-57.

Silva, C. R. (2013). Educação matemática, didática e formação de professores. Um diálogo com licenciandos em pedagogia e matemática. Jundiaí: Paco.

Silva, C.R. (org.) (2017). Mateludicando, Volume 1. Ensaios sobre filosofia, matemática e ludicidade. Curitiba: Appris.

Silva, T. & Cunha, M. V. (2015). Teoria e prática na formação clássica: o debate sofista. REFACS (online), Uberaba (MG), 3(2), 69-77.

Smole, K. C. S. (2000). A matemática na educação infantil:a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artes Médicas.

Smole, K. C. S., Cândido, P. C. & Stancanelli, R. (1999). Matemática e literatura infantil. (Coleção Apoio). Belo Horizonte: Lê.

Smole, K. C. S. et al. (2004). Era uma vez na matemática: uma conexão com a literatura infantil. São Paulo: CAEM/IME/USP.

Smole, K. C. S., & Diniz, M. I. (orgs.). (2001). Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed.

Souza, A. P. G., & Oliveira, R. M. M. A. (2010). Articulação entre literatura infantil e matemática: intervenções docentes. Bolema, Rio Claro (SP), 23(37), dez. 955-975.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.
Cómo citar
Da Silva, C. R. (2018). Johan Huizinga y el concepto de lo lúdico: la contribución de la filosofía a la literatura infantil matemática. Educación, 27(52), 140-159. Recuperado a partir de http://revistas.pucp.edu.pe/index.php/educacion/article/view/19923